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Frequently Asked Questions & Answers

Importante: questões (e respostas) consideram exclusivamente a parte quantitativa do exame.

01. Se tivéssemos (digamos) o dobro do tempo/questão, o GMAT seria trivial?

Não. É (tragicamente) verdade que a esmagadora maioria das questões presentes nos livros de preparação tradicionais norte-americanos são bastante simples, o que deixa o aluno com a ilusória sensação de "competência"... até realizar o exame propriamente dito e tirar uma nota bem aquém de suas expectativas.

02. "Dizem" que o seu método está muito além do necessário para se ter um bom desempenho na prova, visto que sua forte formação quantitativa acaba por fazê-lo "desfocar do exame" e "ensinar Matemática pela Matemática". Como você se posiciona em relação a isto?

Ouvi isso ao final da primeira aula de um aluno que decidiu "arriscar" e fazer uma aula-teste comigo; era evidente a satisfação dele ao constatar o quanto tal afirmação era incorreta.

É claro que tal opinião tenta me desqualificar a partir do meu maior diferencial: é precisamente minha forte bagagem técnica que me permite "ver a prova de cima", entender a "mente do examinador" e fazer cada aluno adquirir uma competência operacional (que denomino working knowledge) diferenciada.

A parte quantitativa do GMAT é uma elegante prova de Matemática que exige competência e maturidade técnico-conceitual do candidato; meus alunos costumam continuar à vontade quando o nível das questões começa a se transformar em algo "inalcançável" para a maioria esmagadora dos demais candidatos, exatamente porque minha metodologia é uma "blindagem Matemática" e não apenas "recursos espertos" que costumam resolver exercícios mais comuns.

03. Por que o investimento em sua preparação é tão maior do que a média de mercado?

Sejamos mais diretos: eu cobro por aula bem mais do que os demais professores que conheço e estou ciente, do início ao fim de cada preparação, do quanto é importante honrar as expectativas de alunos verdadeiramente exigentes e que investem visando resultados altamente competitivos.

Por outro lado, se levarmos em conta que eu não cobro antecipadamente por "pacotes de aula", é justo dizer que me coloco numa posição em que o aluno reavalia constantemente a sua satisfação no custo-benefício de minha preparação. Não há melindres, não há aulas acomodadas depois de se "ganhar o aluno", não há propagandas enganosas. "Mato um leão por aula". Só isso.

Se você tem algum conhecido que se preparou comigo, informe-se! Se ele não lhe disser que sou tão sério e transparente quanto pareço e que, sem falsa modéstia, "valho quanto peso", procure outro profissional para ajudá-lo. Simples assim. (Optei por não colocar depoimentos de ex-alunos no meu site simplesmente porque penso ser fácil ouvir elogios quando somos nós que os solicitamos.)

04. Eu tenho talento para "self-study" e não pretendo contratar nenhum auxílio profissional para estudar (Matemática) para o GMAT. O que você me sugere?

Isso é um erro, a menos que você (tenha tempo e) esteja disposto a fazer muitas centenas de exercícios na melhor-das-hipóteses medianos (valendo-se dos livros tradicionais, por exemplo) até se deparar com uma diversidade e quantidade de problemas realmente inteligentes. Nesses, é preciso ter maturidade e experiência para "tirar todo o suco" que eles têm a oferecer, não bastando chegar na alternativa correta por "rotas de fuga" como back-solving e picking numbers! (Se elas servirem naquele problema... serviriam em outros?) É preciso se aprofundar em todos os detalhes envolvidos, de modo objetivo, dinâmico e absolutamente rigoroso, usando cada exercício como uma "ferramenta de estudo", como uma oportunidade para entender ainda melhor o que "está em jogo".

É bem provável que as mais importantes decisões que permitam a um montanhista chegar ao topo do monte Everest sejam feitas por um alpinista competente, que o ajudou a escolher a rota, o timing, as ferramentas necessárias e, principalmente, a forma de agir quando em ar rarefeito...

05. Como será o curso online da GMATH?

Nosso curso online foi criado para bons montanhistas (risos), que realmente querem alcançar o topo da montanha e que estão dispostos a estudar cuidadosamente uma metodologia que os permita chegar lá com segurança. Ainda que a interação com o mestre-alpinista ;) estará sempre presente (a partir de um banco de questões e respostas em constante ampliação), será importante que o aluno tenha a boa-vontade para estudar/absorver todos os (muitos!) recursos abordados, além da disciplina necessária para colocá-los em prática nas diversas ocasiões em que a oportunidade surgir. Como diz o provérbio budista: "saber e não fazer é ainda não saber".

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